sexta-feira, maio 29, 2009

Recta Final do Campeonato da Marquiteira

O Campeonato da Marquiteira está na sua fase mais emocionante. Nestes últimos torneios, vão-se decidir as classificações finais.

Estão assim previstas as seguintes provas até ao final do campeonato:

1) 31 de Maio - Torneio Michael Maze
2) 7 de Junho
3) 14 de Junho
4) 21 de Junho
5) 28 de Junho

Faltam assim 5 torneios até ao final. Estão em disputa 25 pontos, pelo que tudo pode ainda acontecer.

Conseguirá o Orlando vencer o primeiro campeonato da Marquiteira? Ou será que o Alexandre ou o Moisés ainda vão lá chegar nesta recta final? Quem ficará em segundo lugar? Alexandre, ou Moisés? Conseguirá o Daniel chegar ao pódio? Irá o Delca ultrapassar o Padeiro? Quem ficará à frente: Lénia ou Ilídio? O Gonçalo e a Mariana vão continuar no top10? Surgirá alguma estrela de última hora?

A resposta a estas questões será dada nos próximos 5 torneios!
Participem!

domingo, agosto 24, 2008

Felicidade

Muitas vezes vejo no hi5 pessoas (sobretudo jovens antes dos 20) a colocarem o seu estado de alma. Basicamente a ideia é a seguinte: se começaram a namorar, se entraram de férias, se vão fazer uma viagem ou outra coisa boa acontece, estão felizes; se por outro lado terminaram um namoro, as férias estão a terminar ou outro factor semelhante acontece, estão infelizes.

Será que a felicidade é apenas resultante de factores externos a nós? Pessoalmente acho que não. Muitas pessoas vivem infelizes a vida toda simplesmente porque não olham a vida da perspectiva certa. Centram-se no que não têm em vez de no que têm. Centram-se no ódio em vez do amor. Centram-se no rancor e ressentimento em vez do perdão. Centram-se em si mesmas em vez de no outro. Somos nós que criamos a nossa própria felicidade. Está nas nossas mãos sermos felizes, e podemos sê-lo independentemente do que acontece à nossa volta. Isso terá influência, mas não é determinante.

O maior anseio do ser humano é possível de realizar. Não é assim tão difícil. Basta querermos e lutarmos por isso.

quarta-feira, agosto 20, 2008

Petrolíferas continuam a baixar preços

Petrolíferas continuam a baixar preços

Então agora ninguém fala em cartel?

De volta!

Após uma longa pausa, o Blogue da Marquiteira está de volta.

Muitas coisas mudaram desde o meu último post, e é isso que torna o mundo interessante. Novos desafios surgem a cada momento e o Blogue da Marquiteira aqui estará para comentar alguns deles.

Aos leitores que eventualmente por cá tenham passado no período de abandono, as minhas desculpas. Tentarei não voltar a ter tanto tempo sem colocar cá qualquer coisa (de preferência interessante).

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Naturalmente NÃO

Voto NÃO, em defesa da VIDA!

De facto poderia enumerar muitas razões para votar NÃO, mas nenhuma delas tem razão de ser sem ter em consideração a que enunciei.

Não podemos simplesmente ignorar, ou fingir que não está lá nada às 10 semanas de gravidez.

Está lá um ser humano. Um ser humano único, com a cor dos olhos definidas, a cor do cabelo, os talentos... Esse ser humano tem o direito a nascer, tem o direito a ter a sua vida protegida aos olhos da lei. É por isso que voto NÃO. Porque os direitos da mulher não se podem sobrepor ao direito à vida do feto.

O Blogue da Marquiteira vota NÃO e apela aos leitores a votarem da mesma forma.

Pelo direito à VIDA!

quinta-feira, outubro 05, 2006

Eleições no Brasil, um caso interessante

Em termos percentuais Lula da Silva quase venceu à primeira as eleições brasileiras. Contudo nada está decidido para a segunda volta.

O interesse na segunda volta destas eleições está em saber o impacto que este revés teve para Lula da Silva. Para além dos escândalos e da estratégia eleitoral aparentemente errada, Lula da Silva e a sua candidatura estão claramente na mó de baixo, enquanto que Geraldo Alckmin ao obter uma votação superior à esperada e impedir a vitória de Lula elevou a moral entre os seus apoiantes e quem sabe consiga por esse factor conquistar mesmo alguns votos entre os apoiantes dos restantes candidatos.

A campanha vai ser importante e Lula da Silva não pode continuar a estratégia de "errar o menos possível" na sua campanha, porque caso o faça muito dificilmente ganhará como a experiência recente demonstrou.

quarta-feira, outubro 04, 2006

Compreender o terrorismo (II)

No post anterior esqueci-me de referir uma outra questão bastante importante.

As guerras no Afeganistão e no Iraque são frequentemente usadas como motivos para a revolta do mundo muçulmano relativamente aos Estados Unidos e ao Ocidente.

Alguém duvida que mesmo que não tivessem existido estas guerras, outros pretextos seriam arranjados para promover o radicalismo nos países muçulmanos?

Basta olhar para as reacções a uns desenhos publicados num obscuro jornal dinamarquês ou às palavras do papa retiradas completamente do contexto de um discurso magnífico sobre a relação da racionalidade com a fé (que vem de encontro à minha própria visão da fé).

É que quando se pretende mostrar que uma estratégia de combate ao terrorismo está errada, não basta dizer que o terrorismo está a aumentar. É preciso que se diga se os cenários alternativos seriam melhores no curto, médio e longo prazos!

Compreender o terrorismo

Andam por aí muitos defensores da tese de que é necessário compreender as causas do terrorismo, negociar com essas pessoas que praticam terrorismo, dialogar com eles.

Tipicamente as guerras do Afeganistão e sobretudo do Iraque são obras do Grande Satã que invadiram dois países soberanos o que só serviu para aumentar os ódios dos muçulmanos relativamente ao Ocidente em geral e aos Estados Unidos em particular. Isso só serviu para aumentar o anti-americanismo e por isso provocar o aumento do terrorismo. Todos os ataques terroristas que acontecem são em última análise dos Estados Unidos por provocarem estes ódios e a disseminação do terrorismo. São até compreensíveis perante estes ataques hediondos de um estado terrorista como são os Estados Unidos.

Quando estas pessoas são confrontadas com o 11 de Setembro, sendo que este acontecimento aconteceu em 2001 e por isso antes das guerras do Afeganistão e do Iraque, torna-se muito mais fácil compreender o seu verdadeiro pensamento.

É que os Estados Unidos andam a explorar os desgraçadinhos dos muçulmanos que vivem nos países árabes através das empresas petrolíferas que sugam todas as riquezas naturais desses países. Isto corresponde a uma visão da realidade que qualquer comunista aprecia: os exploradores de um lado (os Estados Unidos, naturalmente) e os explorados do outro (os desgraçadinhos dos muçulmanos).

Pena que a realidade raras vezes caiba nestes esquemas pré-fabricados. De facto para serem coerentes com a sua análise, estas pessoas deviam defender um embargo comercial dos Estados Unidos aos países muçulmanos. Melhor ainda, deviam defender um embargo comercial dos países ocidentais aos países muçulmanos. O melhor mesmo seria construir um muro entre o ocidente e os países muçulmanos. Assim eles ficavam protegidos do nosso capitalismo selvagem. Curiosamente estas pessoas são as mesmas que criticam o embargo dos Estados Unidos a Cuba, justificando a situação difícil que Cuba vive precisamente devido a esse embargo.

O ataque do 11 de Setembro teria por isso constituído uma reacção legítima ao capitalismo selvagem dos Estados Unidos tendo sido por isso escolhidos símbolos desse mesmo capitalismo.

Então e que significado têm os ataques de Madrid e Londres em que foram atacadas as pessoas que iam para os seus empregos?

Não há diálogo possível com assassinos sanguinários que querem maximizar o número de vítimas civis nos seus ataques.

Cartoons de Maomé (III)

Vários meses após o meu último post (sem contar com o post de auto-comiseração que acabei de publicar), verifico que o blogue da Marquiteira mantém-se na crista da actualidade.

Meses passaram desde os ataques inaceitáveis à nossa liberdade de ocidentais. E apenas posso chegar a uma conclusão: estamos cada vez piores!

E estamos cada vez piores não pelas pressões que continuamos a sofrer do mundo islâmico contagiado pelos radicalismos aí existentes, mas sim pelo facto de cedermos a essas pressões. E pior ainda do que cedermos às pressões é assistir a uma corrente de pensamento que ganha cada vez mais força que desculpabiliza o islão pelo que está a acontecer e apela ao nosso bom-senso para nos moderarmos e não ofendermos o islão.

O episódio mais recente é sem dúvida a ópera Idomeneo de Mozart cancelada na Alemanha por mostrar a decapitação de Buda, Jesus Cristo e Maomé. Repare-se que ninguém se preocupou com Buda nem Jesus Cristo! Mas todos se preocuparam com Maomé. Porque será?

Pelos vistos atirar aviões contra arranha-céus, colocar bombas em comboios, sítios turísticos e metropolitanos, bem como destruir embaixadas e sedes da ONU até dá resultado!

O drama de um blogger esporádico

Se Shakespeare tivesse vivido na era da informação e dos blogues, certamente que a sua questão fundamental seria ligeiramente diferente:

"Postar ou não postar, eis a questão."

Postar é fácil, mas postar com qualidade é difícil. Como manter um elevado nível de interesse nos blogues? Principalmente se se tratar de um blogue individual feito por alguém que nem sempre tem paciência nem tempo?

O que fazer com um blogue amorfo, com pouca substância, sem fio condutor? Será que uns posts avulsos em alturas de procrastinação justificam a manutenção de um blogue designado com um nome de grande peso como é a Marquiteira (pelo menos para mim e para os meus conterrâneos)?

As respostas a estas questões não são fáceis, assim como não era fácil a questão que o Shakespeare colocava. No entanto, o blogue da Marquiteira continua a percorrer o seu tortuoso caminho que lhe permite uma sobrevivência bem duvidosa, aproximando-se mais do estado de coma do que de uma existência viva.

O blogue da Marquiteira não espera fidelizar leitores. O blogue da Marquiteira não espera ser reconhecido. O blogue da Marquiteira não espera ser referido por jornais nem por outros blogues. O blogue da Marquiteira sabe que as visitas que obtiver serão esporádicas e acidentais. Mas o blogue da Marquiteira resiste. O blogue da Marquiteira não se importa. O blogue da Marquiteira vai continuar!