Compreender o terrorismo (II)
No post anterior esqueci-me de referir uma outra questão bastante importante.
As guerras no Afeganistão e no Iraque são frequentemente usadas como motivos para a revolta do mundo muçulmano relativamente aos Estados Unidos e ao Ocidente.
Alguém duvida que mesmo que não tivessem existido estas guerras, outros pretextos seriam arranjados para promover o radicalismo nos países muçulmanos?
Basta olhar para as reacções a uns desenhos publicados num obscuro jornal dinamarquês ou às palavras do papa retiradas completamente do contexto de um discurso magnífico sobre a relação da racionalidade com a fé (que vem de encontro à minha própria visão da fé).
É que quando se pretende mostrar que uma estratégia de combate ao terrorismo está errada, não basta dizer que o terrorismo está a aumentar. É preciso que se diga se os cenários alternativos seriam melhores no curto, médio e longo prazos!
As guerras no Afeganistão e no Iraque são frequentemente usadas como motivos para a revolta do mundo muçulmano relativamente aos Estados Unidos e ao Ocidente.
Alguém duvida que mesmo que não tivessem existido estas guerras, outros pretextos seriam arranjados para promover o radicalismo nos países muçulmanos?
Basta olhar para as reacções a uns desenhos publicados num obscuro jornal dinamarquês ou às palavras do papa retiradas completamente do contexto de um discurso magnífico sobre a relação da racionalidade com a fé (que vem de encontro à minha própria visão da fé).
É que quando se pretende mostrar que uma estratégia de combate ao terrorismo está errada, não basta dizer que o terrorismo está a aumentar. É preciso que se diga se os cenários alternativos seriam melhores no curto, médio e longo prazos!

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